Unidade passada a professora Keyla nos passou um trabalho de inglês, e aqui eu deixo o vídeo do meu grupo, marcando o meu retorno ao blog, vou postar mais vezes, prometo.
E se der algum problema com o áudio, a música é essa --> World Behind My Wall – Tokio Hotel
segunda-feira, 4 de outubro de 2010
quinta-feira, 30 de setembro de 2010
Será?
Será que voto nulo anula a eleição?
Corre um boato na internet dizendo que se uma eleição for ganha por votos nulos é obrigado haver uma nova eleição com candidatos diferentes daqueles que participaram da primeira. Será que isso é verdade? Será que "adianta" votar nulo?
Para deixar bem claro: O voto nulo e o voto em branco são diretos do cidadão, já que não podemos faltar à votação, temos o direito de ir até a urna eletrônica e votar em branco ou, até mesmo, anular o voto. No sentido de anular a eleição, o voto nulo não serve pra nada! Aliás, segundo o próprio site do TSE , "O Tribunal Superior Eleitoral decidiu que os votos nulos por manifestação apolítica dos eleitores (protesto) não acarretam a anulação de eleição."
Vamos imaginar a seguinte eleição com os candidatos fictícios à presidência: João e Juca.
Se, nessa nossa eleição de mentirinha, os votos nulos somassem 60% dos votos, sobraria apenas 40% dos votos válidos. Nesse caso, vence o candidato que obtiver 20% dos votos válidos mais 1 voto. Caso haja outros candidatos concorrendo ao cargo, apenas os dois mais votados concorrem novamente, em um 2º turno, para que um dos dois atinja a maioria dos votos válidos. Em uma hipótese remota (mas não impossível) dos dois candidatos empatarem no 2º turno, vence o mais velho!
Vamos imaginar a seguinte eleição com os candidatos fictícios à presidência: João e Juca.
Se, nessa nossa eleição de mentirinha, os votos nulos somassem 60% dos votos, sobraria apenas 40% dos votos válidos. Nesse caso, vence o candidato que obtiver 20% dos votos válidos mais 1 voto. Caso haja outros candidatos concorrendo ao cargo, apenas os dois mais votados concorrem novamente, em um 2º turno, para que um dos dois atinja a maioria dos votos válidos. Em uma hipótese remota (mas não impossível) dos dois candidatos empatarem no 2º turno, vence o mais velho!
Ao ler a lei, confunde-se "nulidade" da votação com "anulação" do voto. É no artigo 224 que se encontra o trecho que causa todo esse mal entendido: “Art. 224. Se a nulidade atingir a mais de metade dos votos do país nas eleições presidenciais, do Estado nas eleições federais e estaduais ou do município nas eleições municipais, julgar-se-ão prejudicadas as demais votações e o Tribunal do prazo de 20 (vinte) a 40 (quarenta) dias.”
O que pode anular uma eleição é uma dos casos previstos mencionadas nos artigos de 220 a 222 da LEI Nº 4.737, de 15 de julho de 1965 que Institui o Código Eleitoral.
O que pode anular uma eleição é uma dos casos previstos mencionadas nos artigos de 220 a 222 da LEI Nº 4.737, de 15 de julho de 1965 que Institui o Código Eleitoral.
Resumindo a lei: É anulada a votação quando for feita em um local não nomeado pelo juiz eleitoral, quando for feita em folhas de votação falsas, quando acontecer em dia, hora, ou local diferentes do designado ou encerrada antes das 17 horas, quando for quebrado o sigilo das votações, quando se perder algum documento essencial para a contagem dos votos, quando algum fiscal for proibido de fiscalizar a votação e/ou quando o eleitor for de outra seção ou usando falsa identidade. A votação também pode ser anulada quando for verificada alguma fraude na urna de votação.
Portanto o voto nulo não anula a eleição. O que você pode fazer é anotar direitinho o nome dos candidatos em quem você votou para depois poder cobrar deles.
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Pedro Kaynnan
terça-feira, 28 de setembro de 2010
É tempo de discutir....
Em tempo de pleito eleitoral é comum as pessoas de “filosofarem” a respeito do tema. Em bares, praças, nas calçadas enfim, as pessoas emitem opiniões fundadas na experiência e no senso comum. O mais sensato neste momento, seria recorrer às discussões políticas filosóficas sérias que não se detém no partidarismo, pelo contrário, busca discutir a partir da gênese da palavra política-que tem sua raiz no grego polis. Daí resulta que, discutir política nada mais é que discutir os problemas relativos à vida na cidade, do povo que habita a cidade.
Tendo como ponto de partida o texto “O analfabeto Político” de Bertolt Brecht foi desenvolvido o tema Política e Cidadania nas turmas de 2º ano nas aulas de Filosofia. As atividades passaram pelas discussões de textos, eleições simuladas, enquetes nos bairros a fim de investigar a percepção das pessoas frente os problemas sociais. A culminância do trabalho se realizou nesta segunda-feira num bate-papo sobre 1º voto e Consciência Política. Na oportunidade, os alunos tiraram dúvidas sobre a função dos poderes, dos cargos, ficha limpa, voto de legenda etc. Provaram que é possível discutir política sem tocar em partidarismo.
É função da escola instrumentalizar o aluno para o exercício consciente de sua cidadania. E se você pensa que a cabeça dos jovens é um universo povoado por banda de rock “colorida”, você está enganado! Os textos produzidos em sala de aula, dos quais extraímos alguns fragmentos, mostram quanto os jovens estão antenados com a política e a realidade que os cercam.
“O ser humano á antes de mais nada político. A política permeia nossas vidas em tudo o que fazemos. Não há como fugir, vivermos agrupados, estabelecemos regras.” Vanessa Oliveira 2º ano A mat.
“Esse é o ano em que podemos fazer nossas escolhas. Precisamos pensar muito e analisar cada proposta. Não devemos votar por acharmos que é obrigação, mas sim, porque é uma forma de melhorar e mudar a nossa vida.” Havellyne Ferraz 2° A mat.
“Cabe a cada cidadão votar consciente e não vender seu voto. Nunca deixar que políticos corruptos vençam- porque” os melhores prevalecem, porque o Brasil depende de cada voto que os eleitores dão.” Leidiane 2ª ano A mat
“Vamos tomar consciência, não jogar nosso voto fora, vamos lutar por justiça. Nós podemos mudar, deixar de ser alienados, cidadãos pacatos e tomar essa atitude, principalmente na hora de votar.” Milena de Jesus Santos
“São pequenas dúvidas que mexem com a cabeça dos jovens ainda mais se for voto pela primeira vez,porque é sempre complicado fazer parte desse momento. Eleger candidatos é um momento muito difícil,o certo é pensar bem e pesquisar sobre o assunto.” Camila 2º ano A
Acredito que fazer e entender política são na verdade se preocupar com o próximo. Roniel
Fonte : Professora Leandra Couto
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Geane Lira
quarta-feira, 15 de setembro de 2010
Será?
Começa a partir de hoje, 15/09/2010, o quadro "Será?", onde sempre estaremos colocando curiosidades que sempre nos intrigam. Sabe quando alguém fala pra você algo que parece absurdo e você diz: Será? Pois é, é disso que estou falando e hoje temos algo muito legal para descobrir, Será que as pontes servem apenas para veículos terrestres?
Olhe a foto abaixo
Pois é, quem pensou que ponte só servia para carros e pedestres está enganado! Essa foto é real e foi tirada de algum ponto sobre a ponte alemã que passa sobre o rio Elbe e liga os canais Elbe-Havel e Mittelland.
O audacioso projeto demorou mais de oitenta anos para ficar pronto. Em 1919, a idéia dos caras era fazer duas "ruas d'água", mas foi só em 1930 que começaram a tentar pôr em prática os desenhos e cálculos. Só que eles tiveram que dar um tempo por causa da Segunda Guerra Mundial, em 1942. Depois ainda teve a guerra fria na Alemanha, que fez com que o projeto andasse mais lendo do que estátua de tartaruga. Finalmente, com a reunificação das Alemanhas em 1990, o pessoal retornou às obras para que - seis anos depois - terminasse a ponte.Pra quem gosta de números:
- foram gastos meio milhão de euros para a construção da ponte d'água;
- a ponte mede 918 metros de extensão;
- foram gastos 24.000 toneladas de de aço;
- os serventes de pedreiros fizeram 68.000 metros cúbicos de concreto! (brincadeira, o concreto já vem pronto!)
Segundo a agencia de notícias Associated Press, o Ministro dos Transportes alemão Manfred Stolpe disse que "a ponte é importante para a região, pois além de ajudar no transporte também é um ótimo atrativo para o turismo.
Estranho não?
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Pedro Kaynnan
terça-feira, 14 de setembro de 2010
Fotos do Desfile Cívico de 7 de setembro
Agradecemos aos alunos e aos professores que participaram do desfile.
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Pedro Kaynnan
segunda-feira, 13 de setembro de 2010
Fotos da 2ª Gincana cultural do CMLEM
Desculpe-nos pelo atraso e pela baixa qualidade das fotos
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Pedro Kaynnan
domingo, 12 de setembro de 2010
10 dicas para melhorar seu desempenho nas provas de inglês
A cada dia que passa fica mais comum termos que fazer uma prova de inglês. Nós nos deparamos com elas nas escolas, nos cursos do idioma, vestibulares, em processos seletivos de empresas e em alguns dos mais concorridos concursos públicos do país.
Selecionamos algumas dicas para te ajudar nas provas, mas não se esqueça que o mais importante ainda é estudar!
►O QUE VOCÊ DEVE FAZER EM UMA PROVA DE INGLÊS…
1. Informe-se. Saiba o que está acontecendo no mundo. Leia jornais e revistas, escolha um telejornal diário para assistir, visite sites de notícias na internet. Fazendo isso você se prepara também para as provas de história, geografia, português e redação, tudo de uma vez só!
2. Aproveite as informações não-verbais. Como quase todas as provas têm questões baseadas em materiais de leitura, preste bastante atenção ao gênero do texto. Um anúncio tem “cara” de anúncio, assim como um currículo tem “cara” de currículo, por exemplo.
3. Saiba o que é esperado de você. Você pode perder um tempo enorme tentando decifrar cada palavra, correndo o risco de depois descobrir que não precisava entender tudo (e isso é bem comum). Antes de ler o texto, leia as perguntas referentes a ele. Assim você não só saberá o que procurar como já terá ideia do que o texto aborda. Depois faça uma leitura superficial para confirmar sua percepção inicial e ativar seu conhecimento prévio (dicas 1 e 2). Em seguida, leia o texto novamente, já procurando a resposta específica para a primeira questão, e assim sucessivamente.
4. Confie, mas não cegamente, nas palavras similares. Fala-se muito dos falsos cognatos (ou “falsos amigos”, como alguns ainda chamam), que são aquelas palavras cuja escrita é similar em português e em inglês. Realmente existem muitas que causam confusão; mas, para cada uma delas, há várias outras que realmente têm correspondência. Veja que “cigar”, por exemplo, não é cigarro, é charuto. Mas “architecture” é arquitetura mesmo. Portanto, fique atento a elas e ao contexto em que ocorrem, pois podem ajudar na compreensão.
5. Use a pergunta como auxílio para chegar à resposta. Muitas vezes, a própria maneira como a pergunta é elaborada já traz em si parte da solução. Por exemplo, veja se há trechos da pergunta que coincidem com trechos do texto, pois isso o ajudará a localizar a resposta. Se for uma questão discursiva que se refere diretamente ao texto, veja se parte da pergunta pode ser utilizada para iniciar a resposta – obedecendo sempre as regras de interrogativa e afirmativa em inglês.
6. Analise as questões de gramática e vocabulário sempre dentro do contexto. A maioria das provas aborda aspectos gramaticais e de vocabulário a partir dos textos de leitura. Portanto, veja sempre o contexto em que surgem e parta do texto para chegar à resposta. A palavra “close”, por exemplo, pode ser o verbo “fechar” ou o adjetivo “próximo”. O que vai determinar seu significado é exatamente o contexto em que ela está inserida.
7. Localize relações entre perguntas e alternativas e entre as perguntas. Há provas em que as próprias alternativas (sua ordem, suas afirmações) já apontam na direção da resposta correta; leia todas antes de marcar sua escolha. Além disso, ao responder uma pergunta, leia antes à questão seguinte e veja se ela pode ser mais um instrumento para contribuir para a resolução.
►… E O QUE VOCÊ NÃO DEVE FAZER NA PROVA DE INGLÊS
1. Não traduza o texto. Você perderá tempo e, provavelmente, terá dificuldade posterior na hora de entender as perguntas – mesmo que elas estejam em português, como é o caso com algumas universidades. Tente entender a ideia geral do texto e depois procure as informações específicas, sem traduzir.
2. Não tente “enrolar” o examinador. Em caso de questões discursivas, veja se o que é pedido é algo exatamente de acordo com o texto (“according to the text”) ou sua opinião sobre o tema (“in your opinion”). Se for este último caso, não tente copiar partes do texto como se fossem suas palavras. Se for o primeiro, não tente reescrever o trabalho do autor.
3. Não deixe a prova de inglês por último. Você tem que estar com a cabeça fresca. Se deixar a prova por último, corre o risco de estar cansado e não conseguir entender bem o texto, além de poder ficar sem tempo para terminar. Distribua bem o período da prova para que isso não aconteça.
Selecionamos algumas dicas para te ajudar nas provas, mas não se esqueça que o mais importante ainda é estudar!
►O QUE VOCÊ DEVE FAZER EM UMA PROVA DE INGLÊS…
1. Informe-se. Saiba o que está acontecendo no mundo. Leia jornais e revistas, escolha um telejornal diário para assistir, visite sites de notícias na internet. Fazendo isso você se prepara também para as provas de história, geografia, português e redação, tudo de uma vez só!
2. Aproveite as informações não-verbais. Como quase todas as provas têm questões baseadas em materiais de leitura, preste bastante atenção ao gênero do texto. Um anúncio tem “cara” de anúncio, assim como um currículo tem “cara” de currículo, por exemplo.
3. Saiba o que é esperado de você. Você pode perder um tempo enorme tentando decifrar cada palavra, correndo o risco de depois descobrir que não precisava entender tudo (e isso é bem comum). Antes de ler o texto, leia as perguntas referentes a ele. Assim você não só saberá o que procurar como já terá ideia do que o texto aborda. Depois faça uma leitura superficial para confirmar sua percepção inicial e ativar seu conhecimento prévio (dicas 1 e 2). Em seguida, leia o texto novamente, já procurando a resposta específica para a primeira questão, e assim sucessivamente.
4. Confie, mas não cegamente, nas palavras similares. Fala-se muito dos falsos cognatos (ou “falsos amigos”, como alguns ainda chamam), que são aquelas palavras cuja escrita é similar em português e em inglês. Realmente existem muitas que causam confusão; mas, para cada uma delas, há várias outras que realmente têm correspondência. Veja que “cigar”, por exemplo, não é cigarro, é charuto. Mas “architecture” é arquitetura mesmo. Portanto, fique atento a elas e ao contexto em que ocorrem, pois podem ajudar na compreensão.
5. Use a pergunta como auxílio para chegar à resposta. Muitas vezes, a própria maneira como a pergunta é elaborada já traz em si parte da solução. Por exemplo, veja se há trechos da pergunta que coincidem com trechos do texto, pois isso o ajudará a localizar a resposta. Se for uma questão discursiva que se refere diretamente ao texto, veja se parte da pergunta pode ser utilizada para iniciar a resposta – obedecendo sempre as regras de interrogativa e afirmativa em inglês.
6. Analise as questões de gramática e vocabulário sempre dentro do contexto. A maioria das provas aborda aspectos gramaticais e de vocabulário a partir dos textos de leitura. Portanto, veja sempre o contexto em que surgem e parta do texto para chegar à resposta. A palavra “close”, por exemplo, pode ser o verbo “fechar” ou o adjetivo “próximo”. O que vai determinar seu significado é exatamente o contexto em que ela está inserida.
7. Localize relações entre perguntas e alternativas e entre as perguntas. Há provas em que as próprias alternativas (sua ordem, suas afirmações) já apontam na direção da resposta correta; leia todas antes de marcar sua escolha. Além disso, ao responder uma pergunta, leia antes à questão seguinte e veja se ela pode ser mais um instrumento para contribuir para a resolução.
►… E O QUE VOCÊ NÃO DEVE FAZER NA PROVA DE INGLÊS
1. Não traduza o texto. Você perderá tempo e, provavelmente, terá dificuldade posterior na hora de entender as perguntas – mesmo que elas estejam em português, como é o caso com algumas universidades. Tente entender a ideia geral do texto e depois procure as informações específicas, sem traduzir.
2. Não tente “enrolar” o examinador. Em caso de questões discursivas, veja se o que é pedido é algo exatamente de acordo com o texto (“according to the text”) ou sua opinião sobre o tema (“in your opinion”). Se for este último caso, não tente copiar partes do texto como se fossem suas palavras. Se for o primeiro, não tente reescrever o trabalho do autor.
3. Não deixe a prova de inglês por último. Você tem que estar com a cabeça fresca. Se deixar a prova por último, corre o risco de estar cansado e não conseguir entender bem o texto, além de poder ficar sem tempo para terminar. Distribua bem o período da prova para que isso não aconteça.
Good Luck , Guys!!!
Profª. Jusciléia
Fonte: http://apaixonadosporidiomas.com.br/category/apaixonado-por-ingles/
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